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sexta-feira, 10 de abril de 2015

Quer saber ?


Autocontrole é o controle que um indivíduo tem de si mesmo....
O controle em si, é o ato de dirigir, fiscalizar, inspecionar, verificar, enfim; ter sobre o domínio.
Talvez por isso,
É impossível controlar tudo e todos.
Frustante, irritante, é, e será sempre, a tentativa de ter tudo e todos como queremos. 
Aceitação dos outros como são, e a tentativa de controlar os nossos impulsos, sempre será o segredo da boa convivência.
rar

sábado, 4 de abril de 2015

Sobre a maioridade penal

Tenho dúvidas, pois atualmente; a partir dos 12 anos, qualquer adolescente é responsabilizado pelo ato cometido contra a lei, o objetivo é, de ajudá-lo a recomeçar e a prepará-lo para uma vida adulta de acordo com o socialmente estabelecido. 
São previsto, seis medidas educativas: advertência, obrigação de reparar o dano, prestação de serviços à comunidade, liberdade assistida, semiliberdade e internação. Temo que a violência não será solucionada com a culpabilização e punição (detenção) do adolescente. 
Uma vez que, mesmo em vigor o que cito acima. 
A criminalidade esta á nossa vista, e tem crescido assustadoramente. 
Por que? 
Ainda sobre a minha dúvida.
O Brasil tem a 4° maior população carcerária do mundo e um sistema prisional superlotado com 500 mil presos. Mesmo assim, os crimes, são praticados, diuturnamente. 
Será que a prisão tem inibido a criminalidade ? 
Outra: De uma lista de 54 países analisados, a maioria deles adota a idade de responsabilidade penal absoluta aos 18 anos de idade, como é o caso brasileiro. Será que as causas da violência e da desigualdade social se resolverão com a adoção de leis penais severas? 
No entanto, sabemos que os jovens, comentem, e são levados a cometer, inúmeros crimes. Talvez, quem sabe, a impunidade, a morosidade da justiça, ou até mesmo a fragilidade da lei, entre outras, são causas? 
Como afirmei, tenho dúvidas. 
Não creio que o castigo eduque.
Mas o que fazer? 
Cumprir a lei que aí está? 
Criar institutos para socializar os infratores, ou simplesmente jogar pedra na Geni?
rar.

sexta-feira, 27 de março de 2015

Opinião x Conhecimento .

Tenho observado diversas manifestações nas redes sociais.
Até eu mesmo, estava entre aqueles, que emitem opiniões.
Analisando as interações que participei, verifiquei que, tanto eu, como os meus amigos virtuais, não arredávamos do nosso próprio pensamento
O que fazíamos, então. ?
Reforçávamos a nossa opinião.
Pois, o que é a opinião ?
Se não, o modo de ver pessoal, o juízo que se forma de alguém, ou de alguma coisa, a adesão pessoal ao que se crê bom e verdadeiro, as manifestações das ideias individuais, e ou coletivas, a respeito de algo ou alguém.
Portanto parte de uma verdade. Em algumas vezes, inibidor da faculdade do pensar, da reflexão. Outras, um sentimento comum da generalidade das pessoas relativamente a determinado tema ou questão.
Contrapondo a opinião, coexiste o conhecimento.
O que é o conhecimento ?
Se não, a competência ou sabedoria em relação a um assunto ou a um.fato. Que se adquiri através da instrução, da experiência, da noticias, da informação, da ideias, das relações entre as pessoas, das opiniões, e etc.
Em síntese, poderia afirmar que se assemelha ao conjunto das partes.
Portanto, muito mais vale o procurar " Saber," do que o tentar definir, do que aceitar aquilo que esta pronto, do que discordar por discordar, do que não se renovar, do que conviver com a arrogância do estar sempre certo.
O grande fruto da sabedoria, é o conhecimento que se assimila com a prudência, a ciência e a razão.

rar

quarta-feira, 25 de março de 2015

Mais com a " cabeça " menos com o coração.


Ao ler o livro Noções de Sociologia do Prof. Marcos Inácio Araújo e Oliveira. Assimilei que o homem é um animal gregário, o homem tende a companhia de seus semelhantes. O primeiro grupo é a família, o grupo natural ou primário, e os demais são chamados secundários ou derivados.

A sociabilidade é o impulso que leva o homem ao agrupamento. esta organização em grupos é feita em razão da harmonia social. o homem possui a predisposição instintiva da vida em grupo.
Os fenômenos da convivência do homem e dos grupos, e a pluralidade de homens e grupos, geram o fato social, que é o objeto de estudo da sociologia.
" Sociologia é o estudo dos fatos sociais e da sociedade, em suas manifestações estáticas e dinâmicas, e de causas e leis destes fenômenos."
Estáticas são as instituições sociais em si. Dinâmicas, são os movimentos evolutivos e involutivos 
A dinâmica do fato social " a ideia que aciona para um fim." é um conceito que não podemos perder de vista. Há ideologias que tiram proveito de um certo determinismo que se encontram nos que encaram o fato social pelo lado estático. assim o fato social não provém da inteligência humana, ele é mecânico, pré fabricado e não adianta agir a seu curso.
" Sociologia é a ciência dos fatos sociais, enquanto relações entre homens, formação e vida em grupo e instituições, causas, leis constantes aplicadas e aplicáveis nestes fatos humanos." 
A sociologia geral estuda os fatos sociais, genericamente, nas suas diversas maneiras de ser. A sociologia especial estuda os fenômenos sob um determinado prisma. pode ser Pura ou Teórica. Quando estuda os acontecimentos sociais sem preocupação com a prática é Especulativa. Quando visa finalidades práticas é Sociologia aplicada.
Através da sociologia podemos tentar ver os problemas que decorrem da formação e da maneira de ser do brasileiro.
As primeiras raças formadoras do nosso povo:
O elemento nativo. Eram indolentes, irresponsáveis, tendo uma natural religiosidade supersticiosa. Sua vida, como a origem do poder baseava-se na força física. a vida de caça e pesca levou-nos ao nomadismo.
Os colonos portugueses. Eram aventureiros, adaptava-se sentimentalmente a Colonia, armou-se para defendê-la, eram ambiciosos, pretendiam estabelecer moradia, trabalhou a terra, descobriu-lhes as riquezas, e despertou para um autêntico espírito nacional. 
Os africanos. Eram autênticos, sentimentais, tanto que morriam da doença chamada banzo, que nada mais era do que a saudade da Africa. Eram dócil de alma e fortes de corpo.
Outros elementos; Outros povos, embora não tenham peso tão essencial, marcaram de alguma forma a nossa gente. Quando não há influência de mistura social, há os aspectos psicológicos da imitação.
Diante do fato social, de nossa formação social, como POVO BRASILEIRO, podemos tentar concluir Somos um povo ainda em formação, " um país de muitas idades. " Não temos um tipo físico definido, nem mesmo um tipo psíquico.
Dos nativos herdamos o espírito aventureiro, consequentemente imprevidente, ainda a vida informal e indolente, 
Dos colonos portugueses reforçou o espírito aventureiro, a religiosidade, sem eiva supersticiosa
Dos africanos a docilidade temperamental, as emoções que o brasileiro externa com simplicidade.
Enumeramos os principais pontos negativos, que encontramos.
A indolência ( herança selvagem), a imprevisibilidade (herança dos portugueses), e o sentimentalismo ( herança de portugueses e africanos), este se mal orientado, dar-nos-á consequências danosas.
São questões que parecem desprovidas de significados, mas que revelam a profundidade do problema.
Quanto ao sentimentalismo exagerado, tem nos levado a erros, pois é preciso pensar mais com a " cabeça," menos com o coração..
Resumi.
rar.

O jeitinho brasileiro


Lendo a Historia da Republica Brasileira de Hélio da Silva. Edição da ISTOÈ.
Apenas os volumes:

Nasce a República 1888 - 1894.
A Novembrada, Governo Café Filho 1955. 
A Fuga de João Goulart 1962 - 1963. 
Estarreci. 
Período conturbado da história republicana:

golpes, fraudes eleitoral, revoltas militares, intervenções, censuras, prisões, exílios,deposições, eleições, fechamento de congresso e outros.
Conclui: 

Somos vítimas de uma proclamação sem objetivos claros e definidos, que derrubou a monarquia, sem saber o que fazer diante o novo regime constituído: A República. Não satisfeito, criamos na atualidade uma constituição parlamentarista e adotamos o regime presidencialista.
rar

segunda-feira, 10 de março de 2014

Espelho ...

Em Diamantina próximo ao Fórum e a estátua de Juscelino Kubitschek de Oliveira.
Estava um senhor, barba grande, bermuda, agasalho de frio e chinelo de dedo.
Aos gritos:
Ladrões, ladrões, safados.
Ladrões, ladrões, safados.
Santos Dumont e Juscelino Kubitschek, duas personalidades mineiras. O resto são ladrões, safados, ladrões safados.
Devolvam o meu dinheiro.
Devolvam o meu dinheiro.
Santos Dumont e Juscelino Kubitschek, duas personalidades mineiras. O resto são ladrões, safados, ladrões safados.
Ladrões, safados.
Ladrões safados.
Devolvam o meu dinheiro.
Devolvam o meu dinheiro.
Lembrei de um livro que li, há muito tempo, onde o autor cunhou a frase: " Toda cidade tem um louco, que serve para chamar aos demais a realidade."

rar.

Escapei .


Segunda de carnaval.
Sentado, entre dois carros, a porta da casa onde moro em Diamantina-MG,
Rua íngreme.
Inesperadamente aconteceu um sinistro.
Um caminhão reboque, pertencente a uma seguradora, estava estacionado acima. Do lado de fora do caminhão, o motorista e mais dois socorristas recarregavam a bateria.
Quando inadvertidamente o veiculo desceu a ladeira, abarrotando o primeiro veiculo e arrastando-o em minha direção.
Em frações de segundo, levantei e posicionei-me encostado em uma grade, num espaço de aproximadamente 40 centímetros. Vi passar por mim o carro e o caminhão até colidirem com o outro veiculo.
É ... para morrer basta estarmos vivos.
Estou.
Sorte!
rar.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Caturrice ...

Caturrice ...

Como existem diferenças.
Deste de Domingo, chove em Diamantina.
Chuvas esparsas, com pequenos espaços de estiagem.
Quem conhece as cidades históricas, de Minas Gerais. Sabe que é normal.
O tempo mudar, no mesmo dia, duas, ou mais vezes.
Eu afeito a fatos, iniciei a observação.
Para não cometer sandice.
Procurei transformar em dados.
Como? 

Realizei o registro das observações.
Estatisticamente falando, posso afirmar.
Elas, quando saem de casa, chova ou faz calor, frio ou quente.
Levam sombrinhas.
Para guarda a chuva, o sol, e o vento.
Se chovem saem de casa, para proteger da chuva.
Se sessa, continuam, protegendo do sol,.

Se vento, protegendo as madeixas. e o cabelo,.
Se não.
Transformam em Sarará.
Nem precisavam, era só usar finalizadores da Bothânico Hair.
Bons para proteger da umidade, calor sol e poeira
Mas precavidas.
Saem com proteção auxiliar.

O guarda Chuva.
Nós homens, pelo contrário.
Se esta chovendo.
Ficamos em casa, só saiamos se sessar, ou se a chuva miúda, for aquela, que molha tolo.
Assim, paramos no primeiro abrigo. 

Abrigamos até passar.
Quando saímos com a proteção.
Esquecemos, o bendito, onde paramos.

Vamos lembrar, quando novamente a chuva retornar
Um novo dilema.
Onde foi mesmo?
Santa teimosia.
rar.

Ilusão

Ilusão

A frente.
Grande montanha de vegetação rasteira.
No cume, uma pequena casa.
Uma grande mansão.
De lá, sou visto.
Pretensioso.
Tantas, são o que avistam.
Referência é ela. 
Solitária
No alto da montanha.
Fosse eu, o homem.
Que de lá.
Consegui-se.
Avistar o fundo do mar.
Seria eu.
O super homem.
rar.

Daqui eu vejo

Daqui eu vejo

Lá.
Entre verdes a direita e a esquerda.
Um cinza.
Passa um, passam dois, passam muitos.
Sobem, descem.
Todos estudantes em buca de conhecimento, e ao retorno a história.
Hoje para algures, ou alhures.
Destino tem.
Sabem para onde vão.
rar.

Que fique claro

Que fique claro
Não sou partidário.
Longe de mim o proseletismo e o sectarismo politico.
Não tenho religião, mas não sou ateu.
Só não sei descrever o porque de estarmos aqui. Digo em relação a origem dos seres vivos, e inertes.
A própria natureza.
Minha posição, é para mim, maior que do que a defesa de pessoas, e facções.
Meu clamor é por justiça.
Sempre procurei pesquisar dados e fatos.
Sou parcimônioso no falar.
Procuro respeitar opiniões.
Reluto dogmatismo.
Sou ciente de quem sou.
Se a minha postura parece a vocês, em encontro ao que aqui descrevo.
Reafirmo.
A minha imagem pertence a quem vê.
Minha posição, diante ao Ap 470 é de convicção.
Houve crime de caixa 2. Não de propinas para aprovarem projetos a favor do governo.
O próprio delator disse a mídia duas versões, a primeira, e a segunda negando as propinas. Afirmando que o dinheiro que recebeu, foi para pagar as despesas de campanha do partido. Portanto caixa 2.
Minha pouca experiência como preposto em junta trabalhista, ensinou-me, que o julgamento deve se ater a inicial., smj.
No caso, a denuncia do PGR. Refere as propinas, não ao caixa 2. No entanto o relator do processo, o fez, embasando no domínio dos fatos.
Segundo o alemão, filosofo que a desenvolveu, peremptoriamente, alegou, erro em sua interpretação, pelo relator. Pois, é indispensável, as provas. Se não bastasse o dinheiro em questão, não é público, é sim, privado. Diferente do relatado.
Noves fora.
Resta-me indignar com as prisões.
Assim como o julgamento. Pareceu-me atender a desejos externos a justiça. smj
Minha posição é cívica.
Se a justiça falhar.
A quem recorrer?
Não é questão de lado.
No Brasil é comum não ter. Ou pragmaticamente, alternar, conforme a conveniência.   

Simples.
Explique-me.
João homem do povo, preso por crime de trânsito. Levado a julgamento por este crime. Poderá ser sentenciado por tráfico. Somente por que o Juiz domina os fatos., mesmo que não tenha provas do ilícito ?

rar.

domingo, 12 de maio de 2013

Saudade !


Foi.
Estou.
Semente.
Caule, tronco.
Fruto.
Ainda feto.
Carinho recebi.
Se sou, devo.
Ressarcir.
Impossível.
Não porque partiu.
Sim porque pariu.
Recordo: da " ção " do meu pai, da minha mãe de todos os filhos, da parteira da vila,
da fazedeira de mortalhas, da salva vidas, da comadre, da conselheira, da costureira, da benzedeira de sapinho e vento virado, da cozinheira de mão cheia, da tia, da avó,da bis, da amiga, da enfermeira, da sogra, da irmã de Maria, da fé em Santo Antônio, daquelas de múltiplas adjetivações. 
A maior entre todas, do tamanho igual a sua.
Saudade!
Sorte tem aquele que pode abraçar e ser abraçado por ela, a maior expressão da vida.
Eu ...
Posso recordar.
rar

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Jonas, o tudo e o nada em questão


Hoje deparei com um questionamento, feito por um amigo de conversa várias.
Muito falamos, comentamos sobre inúmeros assuntos.
No entanto ele surpreendeu-me ao perguntar o que é o tudo e o que é o nada?
Pensei.
Ele afirmou que ninguém pode definir.
"Nenhum lexicólogo nem mesmo nenhum filósofo definirá a contento o que é o TUDO o que é o NADA.
Que o tudo era tudo aquilo que estava presente ao nosso lado naquele momento, se fosse destruido sobraria o nada ou seja o tudo que restou. Onde estaria o nada diante as outras coisas que não estavam ali no momento, o nosso tudo era então o nada."
Intrigou-me Disse a ele: você esta filosofando.
Vejam que esta questão fora dita por outros: " Por definição, quando se fala de existência se fala da existência de algo. O nada não é coisa alguma, logo não existe. O nada é um signo, uma representação linguística do que se pensa ser a ausência de tudo. O que existe são representações mentais do nada. Como uma definição ou um conceito é uma afirmação sobre o que uma coisa é, o nada não é positivamente definido, mas apenas representado, fazendo-se a relação entre seu símbolo (a palavra "nada") e a idéia que se tem da não-existência de coisa alguma. O "nada" não existe, mas é concebido por operações de mente. Esta é a concepção de Bergson, oposta à de Hegel, modernamente reabilitada por Heidegger e Sartre, de que o nada seria uma entidade de existência real, em oposição ao ser. "
E sobre o tudo encontrei em pesquisa:
Tudo pode definir-se basicamente como o contrário de nada. Tudo pode ser facilmente definido como todas as coisas que existem no universo ou em outros universos, o conjunto de todos os universos pode-se considerar tudo.
Tem importante acepção filosófica, uma vez que, imaginar um universo como tudo implica considerar como finito proposição incapaz de ser demonstrada dados os níveis atuais de tecnologia. Entidades reguladoras: A última frase não faz sentido. Se é tudo e é infinito ao mesmo tempo, é impossível de ser provado senão através da própria concepção mental. ( Tudo - Nada  Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.)
Não é que o jacaré do olhos pelados estava mesmo filosofando.
Mas uma qualidade que eu desconhecia em nosso Tio Patinhas.
Vivendo e aprendendo!
rar 

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

O fim!


O fim é o inicio
O ponto final, o primeiro passo ao horizonte. 
Afinal o fim é a oportunidade.
Enfim ...ou até que enfim.
rar

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Asas


Quero viver livre e ser sempre livre, para tanto preciso libertar-me de minhas convicções.
São elas que fazem eu ser, o prisioneiro, aquele que sou.
Penso ser livre, obviamente, o quanto posso.
Pensar posso.
Querer também.
Fazer nem sempre.

Para Descartes, age com mais liberdade quem melhor compreende as alternativas em escolha. 
Assim sendo, sou livre se respeito á liberdade dos outros, se reconheço o direto individual de cada um.
Não sendo, serei prisioneiro do meu próprio pensar, escravo de minha verdade.

rar.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

O Tempo


O tempo é para o ser humano passível de ser dividido em três dimensões lineares: o passado, o presente e o futuro. Para Platão, existe o mito do eterno retorno, onde o tempo era um movimento cíclico e assim tudo aquilo que acontecia no passado era repetido e retornava novamente. Aristóteles, na Física, colocava alguns problemas à existência do tempo. Para ele, o tempo não poderia existir, já que nenhuma das suas partes existe. O instante presente, por não ter duração precisa, o passado já aconteceu e o futuro ainda não é. Na perspetiva de Kant, o tempo é uma estrutura da relação do sujeito com ele próprio e com o mundo. Segundo Hegel, o tempo é o pensamento do puro devir.
Eu, com menor saber, ouvi dizer que, o tempo é o senhor da razão.  Quando algo de ruim nos acontece,  o tempo é duradouro, custa a passar.  Para quem perde, o tempo não passa, arrasta. Impressão ou sentimento oposto, tem o tempo na descrição de quem vive um bom momento.
Em relação a distância, o tempo afasta.  
Mas quando há tempo, não. 
O tempo se faz.
Quando tem o querer.
É compulsório
É contemplativo
É determinante.
O que mais é o tempo?
Em que tempo estou?
No passado, no presente ou no futuro?
Óbvío?
De tempo em tempo um novo tempo, com a marca inevitável de outros tempos.
Enquanto tempo tenho.
Viverei.
rar.

moticação http://migre.me/7voXy

terça-feira, 8 de novembro de 2011

O que é o amor


Amar.
Eu amei.
Criei.
Descasei. 
Percebi.
O amor é tolerante.
Hoje desnudo.
Vejo.
Que por ser cego. 
Atribuímos a ele.
Acrescentamos
O nosso querer.
A nossa estima.
Tão benigno.
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
Eterno enquanto dura.
Há quem nunca o terá.
Há quem o confundirá.
Haverão aqueles que não saberão amar. 
Porque, em parte conhecemos, e em parte profetizamos.
O que é este sentimento?
Que definam os filósofos.
Os poetas.
Os amantes.
Quanto a você.
Espere ferir o peito. 
Verás que é um verbo que se conjuga na primeira pessoa do singular.
Pretensioso.
Será aquele que se diz amado.
Pois ele, " Amor, " não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal.
Arriscam defini-lo? 
Comecem por entender.
Não se trata do ter
Nem do ser de.
Mas de ser para.
Sem si perder.
Assim, somente assim, ele remove montanhas.
rar.

sábado, 22 de outubro de 2011

Rosas


Sobre as rosas que escrevo.
Não as vi crescerem.
Geneticamente enriquecidas.
Gentilmente agregadas.
Entre Pereira, Queiroz, Ferreira e Santos
Frutificaram e miscigenaram.
Pardos.
Negros.
Mulatos e Brancos.
Outros galhos afloraram e aflorarão.
Alguns rosa terão.
Desde a conceição.
A primeira rosa por opção, deixou de ser augusto.
Por decisão.
Não quiz amparo.
Plantou a semente, de origem luso-africana, no roseiral. 
Pulularam primeiramente eles.
Que unindo a elas.
Geraram eles e elas.
Éramos seis, hoje só eu, e as sementes.
Saudades e esperança.
Rosas temos o perfume e o poder de fascinar.
rar.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Ah! Se todos no mundo fossem iguais a você.

Quando temos certeza de nossas escolhas, não precisamos alardear ou convencer alguém.
Basta: Ser simplesmene "Ser."
Quando queremos reafirmar, convencer, impor, criticar.
Falta-nos algo.
Ou sobra a incoerência.

Várias verdades, vários caminhos, várias religiões, várias ideologia, vários povos, várias culturas, vários ensinamentos.
Convivendo harmaniosamente.
Paz.
Quando não.
Falta o respeito.
Sobra a prepotência.

Nem sempre consigo.
Mas quando posso conjugar a tolerância.
Tenho ciência que não depende somente de mim.
Eu, tu, ele, nós, vós, eles.
Prefiro no presente e no futuro.

O oposto é caturrice.
rar.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Fé


Tudo é relativo
Para alguns a fé é; para outros a fé não é.
O importante é ter opinião a respeito e, em estado constante de verificação.
Em vigília.
Pois o que pode ser, pode deixar de ser.

Estejamos afirmando a fé ou negando-a. 
Estamos exercitando-a.
O que é o nosso argumento, se não a dissertação de nossa crença?

Observei que todos acreditam, e defendem o seu ponto de vista.
Tendo fé na fé do outro , ou discordando com fé, desta fé. 
rar.