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segunda-feira, 10 de março de 2014

Espelho ...

Em Diamantina próximo ao Fórum e a estátua de Juscelino Kubitschek de Oliveira.
Estava um senhor, barba grande, bermuda, agasalho de frio e chinelo de dedo.
Aos gritos:
Ladrões, ladrões, safados.
Ladrões, ladrões, safados.
Santos Dumont e Juscelino Kubitschek, duas personalidades mineiras. O resto são ladrões, safados, ladrões safados.
Devolvam o meu dinheiro.
Devolvam o meu dinheiro.
Santos Dumont e Juscelino Kubitschek, duas personalidades mineiras. O resto são ladrões, safados, ladrões safados.
Ladrões, safados.
Ladrões safados.
Devolvam o meu dinheiro.
Devolvam o meu dinheiro.
Lembrei de um livro que li, há muito tempo, onde o autor cunhou a frase: " Toda cidade tem um louco, que serve para chamar aos demais a realidade."

rar.

Escapei .


Segunda de carnaval.
Sentado, entre dois carros, a porta da casa onde moro em Diamantina-MG,
Rua íngreme.
Inesperadamente aconteceu um sinistro.
Um caminhão reboque, pertencente a uma seguradora, estava estacionado acima. Do lado de fora do caminhão, o motorista e mais dois socorristas recarregavam a bateria.
Quando inadvertidamente o veiculo desceu a ladeira, abarrotando o primeiro veiculo e arrastando-o em minha direção.
Em frações de segundo, levantei e posicionei-me encostado em uma grade, num espaço de aproximadamente 40 centímetros. Vi passar por mim o carro e o caminhão até colidirem com o outro veiculo.
É ... para morrer basta estarmos vivos.
Estou.
Sorte!
rar.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Caturrice ...

Caturrice ...

Como existem diferenças.
Deste de Domingo, chove em Diamantina.
Chuvas esparsas, com pequenos espaços de estiagem.
Quem conhece as cidades históricas, de Minas Gerais. Sabe que é normal.
O tempo mudar, no mesmo dia, duas, ou mais vezes.
Eu afeito a fatos, iniciei a observação.
Para não cometer sandice.
Procurei transformar em dados.
Como? 

Realizei o registro das observações.
Estatisticamente falando, posso afirmar.
Elas, quando saem de casa, chova ou faz calor, frio ou quente.
Levam sombrinhas.
Para guarda a chuva, o sol, e o vento.
Se chovem saem de casa, para proteger da chuva.
Se sessa, continuam, protegendo do sol,.

Se vento, protegendo as madeixas. e o cabelo,.
Se não.
Transformam em Sarará.
Nem precisavam, era só usar finalizadores da Bothânico Hair.
Bons para proteger da umidade, calor sol e poeira
Mas precavidas.
Saem com proteção auxiliar.

O guarda Chuva.
Nós homens, pelo contrário.
Se esta chovendo.
Ficamos em casa, só saiamos se sessar, ou se a chuva miúda, for aquela, que molha tolo.
Assim, paramos no primeiro abrigo. 

Abrigamos até passar.
Quando saímos com a proteção.
Esquecemos, o bendito, onde paramos.

Vamos lembrar, quando novamente a chuva retornar
Um novo dilema.
Onde foi mesmo?
Santa teimosia.
rar.

Ilusão

Ilusão

A frente.
Grande montanha de vegetação rasteira.
No cume, uma pequena casa.
Uma grande mansão.
De lá, sou visto.
Pretensioso.
Tantas, são o que avistam.
Referência é ela. 
Solitária
No alto da montanha.
Fosse eu, o homem.
Que de lá.
Consegui-se.
Avistar o fundo do mar.
Seria eu.
O super homem.
rar.

Daqui eu vejo

Daqui eu vejo

Lá.
Entre verdes a direita e a esquerda.
Um cinza.
Passa um, passam dois, passam muitos.
Sobem, descem.
Todos estudantes em buca de conhecimento, e ao retorno a história.
Hoje para algures, ou alhures.
Destino tem.
Sabem para onde vão.
rar.

Que fique claro

Que fique claro
Não sou partidário.
Longe de mim o proseletismo e o sectarismo politico.
Não tenho religião, mas não sou ateu.
Só não sei descrever o porque de estarmos aqui. Digo em relação a origem dos seres vivos, e inertes.
própria natureza.
Minha posição, é para mim, maior que do que a defesa de pessoas, e facções.
Meu clamor é por justiça.
Sempre procurei pesquisar dados e fatos.
Sou parcimônioso no falar.
Procuro respeitar opiniões.
Reluto dogmatismo.
Sou ciente de quem sou.
Se a minha postura parece a vocês, em encontro ao que aqui descrevo.
Reafirmo.
A minha imagem pertence a quem vê.
Minha posição, diante ao Ap 470 é de convicção.
Houve crime de caixa 2. Não de propinas para aprovarem projetos a favor do governo.
O próprio delator disse a mídia duas versões, a primeira, e a segunda negando as propinas. Afirmando que o dinheiro que recebeu, foi para pagar as despesas de campanha do partido. Portanto caixa 2.
Minha pouca experiência como preposto em junta trabalhista, ensinou-me, que o julgamento deve se ater a inicial., smj.
No caso, a denuncia do PGR. Refere as propinas, não ao caixa 2. No entanto o relator do processo, o fez, embasando no domínio dos fatos.
Segundo o alemão, filosofo que a desenvolveu, peremptoriamente, alegou, erro em sua interpretação, pelo relator. Pois, é indispensável, as provas. Se não bastasse o dinheiro em questão, não é público, é sim, privado. Diferente do relatado.
Noves fora.
Resta-me indignar com as prisões.
Assim como o julgamento. Pareceu-me atender a desejos externos a justiça. smj
Minha posição é cívica.
Se a justiça falhar.
A quem recorrer?
Não é questão de lado.
No Brasil é comum não ter. Ou pragmaticamente, alternar, conforme a conveniência.   

Simples.
Explique-me.
João homem do povo, preso por crime de trânsito. Levado a julgamento por este crime. Poderá ser sentenciado por tráfico. Somente por que o Juiz domina os fatos., mesmo que não tenha provas do ilícito ?

rar.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Os sete sábios



Sete sábios, cada um de uma religião, discutiam qual deles conhecia, realmente, a verdade.
Um rei muito sábio que observava a discussão aproximou-se e perguntou:

- O que vocês estão discutindo?

- Estamos tentando descobrir qual de nós é dono da verdade.
Ao escutar isso, o rei, imediatamente, pediu a um de seus servos que levasse sete cegos e um elefante até o seu castelo. Quando os cegos e o elefante chegaram ao palácio, o rei mandou chamar os sete sábios e pediu-lhes que observassem o que aconteceria a seguir.
O sábio rei pediu aos cegos que tocassem o elefante e o descrevessem, um de cada vez.
O primeiro cego tocou a tromba do elefante e disse:
- É comprido, parece uma serpente.
O segundo tocou-o no dente e disse:
- É duro, parece uma pedra.
O terceiro segurou-lhe o rabo e disse:
- É cheio de cordinhas.
O quarto pegou na orelha e disse:
- Parece um couro bem grosso.
E assim, sucessivamente, cada cego descreveu o elefante de acordo com a parte dele que estava tocando.
Quando todos terminaram de descrever o animal, o rei perguntou aos sete sábios:
- Algum desses cegos mentiu?
- Não! - responderam os sábios em coro – Todos falaram a verdade.
Então, o rei perguntou:
- Mas algum deles disse realmente o que é um elefante?
- Não, nenhum cego disse o que é um elefante, mesmo porque cada um tocou apenas uma parte dele - disse um dos sábios.
- Vocês, sábios, que estão discutindo quem é dono da verdade, parecem cegos. Todos estão falando a verdade, mas, como os sete cegos, cada um se refere apenas a uma parte dela – disse o sábio rei, concluindo: - Ninguém é dono da verdade, porque ninguém a detém por inteiro. Somos donos apenas de parte da verdade.

[Do livro: Valores Humanos – a revolução necessária - Izabel Ribeiro]

domingo, 12 de maio de 2013

Saudade !


Foi.
Estou.
Semente.
Caule, tronco.
Fruto.
Ainda feto.
Carinho recebi.
Se sou, devo.
Ressarcir.
Impossível.
Não porque partiu.
Sim porque pariu.
Recordo: da " ção " do meu pai, da minha mãe de todos os filhos, da parteira da vila,
da fazedeira de mortalhas, da salva vidas, da comadre, da conselheira, da costureira, da benzedeira de sapinho e vento virado, da cozinheira de mão cheia, da tia, da avó,da bis, da amiga, da enfermeira, da sogra, da irmã de Maria, da fé em Santo Antônio, daquelas de múltiplas adjetivações. 
A maior entre todas, do tamanho igual a sua.
Saudade!
Sorte tem aquele que pode abraçar e ser abraçado por ela, a maior expressão da vida.
Eu ...
Posso recordar.
rar